A virada para o ano de 2026 foi marcada por grandiosas celebrações em sete das oito cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo. Milhares de pessoas se reuniram nas orlas e pontos estratégicos para assistir aos impressionantes espetáculos pirotécnicos que iluminaram o céu da região, dando as boas-vindas ao novo ano com brilho, cor e muita emoção. Santos, Guarujá, Cubatão, Praia Grande, São Vicente, Itanhaém, Peruíbe e Mongaguá prepararam festas memoráveis, transformando o litoral paulista em um vibrante palco de alegria e esperança para o Réveillon 2026. A diversidade de atrações, que incluiu shows musicais, espaços culturais e estruturas inovadoras, garantiu que cada município oferecesse uma experiência única aos moradores e turistas.
Litoral de São Paulo ilumina 2026 com shows pirotécnicos
O ano de 2026 começou de forma espetacular na Baixada Santista, com a maioria dos municípios litorâneos promovendo celebrações repletas de luz e som. A queima de fogos, ponto alto da virada, foi cuidadosamente planejada para proporcionar segurança e momentos inesquecíveis, com muitas cidades optando por artefatos de baixo ruído, demonstrando uma crescente preocupação com o bem-estar de pessoas e animais.
Santos: o coração da festa com 14 minutos de luz
Em Santos, a capital da Baixada Santista, o Réveillon foi um verdadeiro show de grandiosidade. A queima de fogos durou impressionantes 14 minutos, com os artefatos disparados de 10 balsas estrategicamente posicionadas a cerca de 400 metros da faixa de areia, ao longo dos 7 quilômetros da orla santista. Os fogos de baixo ruído criaram efeitos geométricos e luminosos que encantaram a multidão. Além da orla, o espetáculo foi estendido a pontos fixos na Cidade Alta, Zona Noroeste e Área Continental, garantindo que toda a população pudesse desfrutar da celebração. A festa também contou com um show do renomado músico Guilherme Arantes na Praia do Gonzaga, que embalou o público com seus grandes sucessos.
Guarujá: diversidade e cultura em oito pontos de celebração
Guarujá destacou-se pela amplitude de sua celebração, com queima de fogos em oito pontos distintos da cidade. As balsas principais para o show pirotécnico, que durou 20 minutos, estiveram nas praias de Pitangueiras e Astúrias. No entanto, a cidade também ofereceu espetáculos na Enseada, Canto dos Tortugas, Mirante das Galhetas, Perequê, Vicente de Carvalho e Morrinhos, cobrindo diversas regiões. O Réveillon guarujaense foi enriquecido por diversas atrações culturais, incluindo apresentações de chorinho, jazz e MPB, além de um espaço dedicado a esportes, com pista de skate, canoagem, escola de surfe e uma arena para eventos.
Cubatão: brilho sertanejo e multidão no Píer do Casqueiro
Cubatão celebrou a chegada de 2026 com uma queima de fogos de 15 minutos no Píer do Casqueiro, que se tornou o epicentro das festividades. A festa da virada foi animada pela dupla sertaneja Maiara e Maraisa, que subiu ao palco após diversas apresentações musicais de artistas locais. Segundo as autoridades municipais, cerca de 80 mil pessoas passaram pelo Píer do Casqueiro durante o Réveillon e também no pré-Réveillon, que já havia sido um sucesso com um show da banda Paralamas do Sucesso.
Praia Grande: inovação e grandiosidade em 22,5 km de orla
Praia Grande recebeu 2026 com um espetáculo de fogos de 10 minutos, distribuídos em sete pontos ao longo de seus impressionantes 22,5 quilômetros de orla, garantindo visibilidade por toda a extensão da praia. A cidade inovou com palcos espalhados e estruturas montadas diretamente no solo, além de fogos lançados de grandes cubos instalados na areia. Um dos grandes destaques foram os megatelões de LED, com 15 metros de altura por 20 de largura no módulo central, e 15 metros de altura por 15 de largura nas laterais, que exibiram a contagem regressiva para a virada, adicionando um elemento visual moderno à festa.
São Vicente: duplos pontos de luz na orla e área continental
Em São Vicente, a queima de fogos ocorreu em dois pontos estratégicos para abranger diferentes partes da cidade: na Lagoa do Quarentenário, situada na Área Continental, e no Píer dos Apaixonados, na orla do Gonzaguinha. A prefeitura também montou um palco na orla, onde o DJ Delta Species animou o público com sua música, garantindo a diversão dos presentes antes e depois do espetáculo pirotécnico.
Itanhaém: 20 minutos de espetáculo e ritmo musical
Itanhaém proporcionou um dos mais longos espetáculos de fogos, com 20 minutos de duração, na Boca da Barra, no Centro da cidade. As festividades da virada contaram com atrações musicais de peso, incluindo a apresentação da banda Urban Chilli na noite de 31 de dezembro, preparando o clima para a chegada do novo ano, e um show do grupo Kubo Mágico na madrugada de 1º de janeiro, que manteve a energia do público no Parque Amazônia Paulista, no bairro Baixio.
Peruíbe e Mongaguá: celebrações com baixo ruído e música envolvente
Peruíbe optou por 12 minutos de queima de fogos sem estampido na Praia do Centro, um cuidado que reflete a crescente conscientização sobre o impacto sonoro dos artefatos. A festa de Réveillon foi complementada por shows da banda Astral Reggae e da cantora Emi Bassie na noite do dia 31, criando uma atmosfera musical agradável.
Mongaguá também realizou uma queima de fogos de baixo estampido, com pontos de disparo na Praça Dudu Samba, no Centro, e na Plataforma de Pesca, no bairro Agenor de Campos. Para animar o público antes da virada, a cidade contou com os DJs Chucky e Ironic Project, e após o espetáculo pirotécnico, a apresentação de Layd Lopes encerrou as festividades.
O impacto das celebrações e a ausência de Bertioga
As celebrações de Réveillon em 2026 na Baixada Santista não apenas proporcionaram momentos de alegria e confraternização, mas também impulsionaram o turismo e a economia local, atraindo visitantes de diversas regiões e consolidando a fama do litoral paulista como destino ideal para a virada do ano. A organização dos eventos, que incluiu segurança, infraestrutura e uma vasta programação cultural, demonstrou o empenho dos municípios em oferecer uma experiência completa e segura aos participantes.
Contrariando a tendência da maioria das cidades vizinhas, Bertioga foi o único município da Baixada Santista que optou por não realizar shows pirotécnicos na virada. Embora a ausência dos fogos em Bertioga tenha sido uma decisão particular da prefeitura, as demais cidades garantiram que a região como um todo brilhasse intensamente na passagem de ano.
Conclusão
O Réveillon de 2026 na Baixada Santista foi um testemunho vibrante da capacidade da região de unir pessoas em celebração e esperança. De Santos a Mongaguá, passando por todas as outras cidades que acenderam os céus, o litoral de São Paulo proporcionou espetáculos pirotécnicos memoráveis e uma programação cultural diversificada. As festividades não apenas marcaram a entrada de um novo ano, mas também reforçaram a identidade da Baixada Santista como um destino turístico acolhedor e dinâmico, pronto para encantar e inovar a cada virada. A união de comunidades e a alegria compartilhada sob as luzes dos fogos de artifício configuram um início de ano promissor para toda a região.
Perguntas frequentes (FAQ)
1. Quantas cidades da Baixada Santista celebraram o Réveillon com queima de fogos em 2026?
Sete das oito cidades da Baixada Santista realizaram espetáculos de queima de fogos em 2026: Santos, Guarujá, Cubatão, Praia Grande, São Vicente, Itanhaém, Peruíbe e Mongaguá.
2. Qual cidade da Baixada Santista optou por não realizar shows pirotécnicos?
Bertioga foi a única cidade da Baixada Santista que não realizou shows pirotécnicos na virada de 2026.
3. Quais foram os principais artistas que se apresentaram nas celebrações de Ano Novo na região?
Entre os principais artistas, destacaram-se Guilherme Arantes em Santos, a dupla Maiara e Maraisa em Cubatão, e a banda Paralamas do Sucesso no pré-Réveillon de Cubatão. Outras cidades também contaram com apresentações de bandas e DJs locais.
4. Houve alguma preocupação ambiental ou de ruído nos espetáculos de fogos?
Sim, algumas cidades demonstraram preocupação com o ruído. Santos e Mongaguá, por exemplo, utilizaram fogos de baixo ruído, e Peruíbe realizou uma queima de fogos sem estampido, buscando minimizar o impacto sonoro para a população e os animais.
Fique por dentro das novidades e planeje sua próxima visita ao vibrante litoral de São Paulo para vivenciar a magia da Baixada Santista!
Fonte: https://g1.globo.com


