Alerj adia decisão sobre prisão de bacellar, presidente da assembleia

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) postergou a reunião crucial que decidirá o futuro do deputado e presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (União Brasil). A sessão, que definiria se o parlamentar permanecerá preso ou não, foi remarcada para a próxima segunda-feira, às 11h.

Bacellar foi detido na quarta-feira durante a Operação Unha e Carne. As acusações que pesam sobre ele incluem o vazamento de informações confidenciais da Operação Zargun e a suposta orientação ao deputado estadual TH Joias (MDB) para que este destruísse evidências. Bacellar nega veementemente as acusações, afirmando não ter cometido as irregularidades apontadas.

TH Joias, por sua vez, encontra-se preso desde setembro, enfrentando acusações de tráfico de drogas, corrupção, lavagem de dinheiro e negociação de armas para a facção criminosa Comando Vermelho.

A prisão de Bacellar foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, que também determinou o afastamento do parlamentar da presidência da Alerj.

Este não é o primeiro caso em que a Alerj se depara com a necessidade de deliberar sobre a prisão de um presidente em exercício. Em 2017, a Casa decidiu pela soltura de Jorge Picciani, juntamente com os deputados Paulo Melo e Edson Albertassi. Na época, os três eram acusados de receber propinas em troca de favorecimento a empresas. A decisão da Alerj na segunda-feira terá um impacto significativo no cenário político do estado.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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